sexta-feira, 30 de setembro de 2011

QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE

QUANDO A CRISE MOSTRA A SUA FACE


Texto Áureo = E disseram-me: Os restantes que não foram levados para o cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezos e o muro de Jerusalém, fendido, e as suas portas, queimadas  a fogo (Ne 1.3).


Verdade Prática == Somente uma liderança guiada e orientada por Deus pode vencer a crise.


Texto Básico: Ne 1:1-11


Quando o povo de Deus desobedece sua Palavra, inevitavelmente, abre brechas para que os inimigos causem prejuízos espirituais, morais e de toda a ordem. Neemias foi um homem extraordinário usado por Deus para a reconstrução dos muros de Jerusalém quando o povo de Israel encontrava-se no cativeiro, e uma parte da nação tentava sobreviver e reconstruir a cidade que um dia fora orgulho do povo hebreu. Era um tempo de crise geral, consequência da desobediência a Deus.


Neste estudo há lições preciosas para a Igreja do Senhor Jesus Cristo em razão do período de crise espiritual e moral que se vive em todo o mundo. Ao olharmos para o passado, vemos na história da igreja evangélica, especialmente na Assembleia de Deus, homens e mulheres que foram responsáveis pela herança gloriosa de um legado de feitos e fatos que honraram a obra pentecostal no Brasil.


Nos dias atuais, existe uma necessidade enorme de buscarmos a Deus pedindo-lhe que nos dê graça e unção a fim de seguirmos o exemplo desses homens e mulheres de Deus. O exemplo de Neemias é de um tempo longínquo, de milênios. Seu exemplo e o de muitos que nos antecederam são de grande valor para a Igreja do Senhor Jesus Cristo, e precisamos continuar tendo nomes de peso na liderança da obra do Senhor. Eles existem e devemos reconhecer isso, mas não cabe a nós, neste trabalho, citá-los para que não cometamos injustiça ao omitirmos alguns.


Ao entendermos isso, o Senhor nos conclama a nos espelharmos na vida, no exemplo e no testemunho dos pioneiros. Eles miraram nas páginas bíblicas os exemplos que marcaram suas vidas. E não temos dúvida de que Neemias foi um dos “ícones”, no que diz respeito à liderança, que inspirou tantos servos de Deus. Vivemos em um mundo caótico, em um país que enfrenta crise moral, ética e espiritual. A Igreja do Senhor Jesus está passando, certamente, pelo momento mais dificil de sua história. As forças do mal querem amordaçá-la. Como destruí-la é impossível, os inimigos querem silenciá-la. Mas confiamos no Líder Maior, o Senhor e Salvador Jesus Cristo, que dará vitória ao seu povo.


A Crise em Jerusalém


Antecedentes históricos. Por causa da desobediência ao Senhor, o povo de Israel, com suas dez tribos, (reino do Norte) foi levado cativo à Assíria, no reinado de Peca, em 740 a.C. e o restante, em 721 a.C;’ em 597 a.C., no reinado de Joaquim (Dn 1.1), foi a vez de Judá (reino do Sul) ser levado à Babilônia por ordem de Nabucodonosor.

Ali, os cativos tiveram certa liberdade religiosa com Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Mas seu filho, Beissazar, orgulhou-se e perdeu o reino para os medos e os persas (Dn 5.28-31), que foi conquistado por Dano, o medo.


Contudo os persas prevaleceram (Dn 8.3). No primeiro ano do reinado de Ciro (Ed 1.1), Deus tocou em seu coração (Is 45.1) e permitiu que um grupo de judeus fosse a Jerusalém para reconstruir o Templo. Deus sempre dá um escape quando alguns dos seus servos o honram e lhe obedecem nos tempos de crise. Sempre há alguém orando, jejuando e suplicando pela misericórdia de Deus. É interessante notar que Ciro, rei da Pérsia, era um rei gentio.

Mas Deus quis usá-lo para que fosse um instrumento a favor de seu povo. Deus poderia ter mandado anjos para executar a sua vontade, contudo não o fez. Usou um homem estranho, de uma nação que dominou o povo hebreu, para livrá-lo de sua miséria resultante da desobediência. Desta forma, confirmamos o que tantas vezes é declarado pelos servos do Senhor: Deus é soberano e usa quem Ele quer.


A volta com Zorobabel. Com o beneplácito do rei Ciro, uma primeira leva de 42.360 de judeus voltou para Israel a fim de reconstruí- la, no ano 538 a.C., sob a liderança de Zorobabel (2 Cr 36.22,23; Ed 1.1; ir 29.10). Notemos que, na saida do Egito, Israel possuía cerca de 3 milhões de pessoas. Josué levou cerca de seis milhões de judeus à terra de Canaã.3 Esse número se manteve, mas foi sendo diminuído à proporção que o povo desobedecia a Deus. Ao voltarem do cativeiro babilônico, cerca de 50 mil foram arrolados na primeira leva.


Se formos ao livro de Esdras, veremos que este elaborou uma lista enorme, mais completa, com os nomes dos integrantes dos demais líderes e suas famílias, incluindo os sacerdotes, os levitas (Ed 12.40), os filhos dos porteiros (Ne 12.42), os filhos do netineus, que eram operários e ajudantes nos serviços gerais do Templo (Ed 12.43), e outros, os quais, somados, alcançaram o número de 42.360 transportados por Zorobabel, e mais 7.337 servos e servas e 200 cantores, constituindo, no total, uma congregação de 49.897 pessoas. No histórico do primeiro grupo dos que retomaram, Esdras registra até a oferta que “os chefes dos pais” deram para a construção do Templo (Ed 12.69).


Zorobabel recomeçou a econstrUÇã0 pelo altar (Ed 3.3 e ss.) Uma ótima atitude. Quando o altar está destruído, nada prospera no meio do povo de Deus. Em seguida, pôs os alicerces do Templo (Ed 3.10). Os inimigos se levantaram e denunciaram a reconstrução ao rei Artaxerxes a fim de paralisar o trabalho dos que queriam o bem de Jerusalém. Foi intensa a luta. A construção foi paralisada entretanto, o rei Dano confirmou que dera ordem para que a obra fosse realizada (Ed 6), e assim o Templo foi concluído, no ano de 516 a.C (Ed 6.13-22).


O papel de Esdras, o escriba. No ano dc 457 a.C., houve urna segunda leva de judeus que voltou a Judá por permissão do rei Artaxerxes sob a liderança do sacerdote Esdras, escriba da lei de Deus (Ed 7.6), para continuar a reconstrução de Jerusalém. Homem de Deus, sábio e prudente, convocou os que estavam com ele para orar e jejuar (Ed 8.21).

Mas ao chegar a Jerusalém descobriu que o Templo fora reconstruído, contudo o povo estava em desobediência a Deus, inclusive os sacerdotes e os príncipes, que se casaram com mulheres estranhas (Ed 9.1-6).


Isso era um pecado gravíssimo contra a lei do Senhor, entretanto Esdras agiu com firmeza e os obrigou a despedir as mulheres estranhas com quem haviam se unido. Foi uma crise sem precedentes, que causou grande prejuízo ao povo de Israel. A própria Bíblia declara: “...Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).

O Chamado de Neemias

Quem era Neemias. Seu nome significa “Deus Consola”. Era filho de Hacalias. Pouco se sabe a respeito de sua família. Ele tinha um irmão, por nome Hanani (Ne 7.2). No momento em que se informou da crítica situação de Jerusalém, ele se achava na função de copeiro do rei Artaxerxes, da Pérsia. Era uma função de plena confiança do monarca. O copeiro sempre tinha acesso ao rei. Segundo Warren, “O copeiro do rei era uma combinação do primeiro ministro, guarda-costas, agente pessoal de segurança e ajudante do rei. Era a pessoa na qual o rei mais confiava. Suas responsabilidades incluíam a obrigação de provar o vinho antes que o rei o bebesse, para assegurar-se de que não estava envenenado. Artaxerxes lhe confiava a própria vida”.

Não consta que Neemias pertencesse a uma família importante. Residia no palácio como membro de um povo que estava sob o domínio estrangeiro. Possivelmente, fosse um verdadeiro servo de Deus que soube dar testemunho de sua fidelidade e amor ao seu povo. Deus usa pessoas independente de sua classe social função ou cargo que exerça. A sua exigência é que seja um servo fiel.

Chamado por Deus. Catorze anos depois da expedição de Esdras (444 a.C), Neemias foi informado da miséria em que se encontrava Jerusalém, apesar de o Templo já estar reconstruído (Ne 1.1.2). A missão de NeemiaS era reconstruir os muros de Jerusalém que estavam fendidos “e as suas portas, queimadas a fogo” (Ne 1.3). Aqui já temos uma grande lição. Não adianta ter um templo bonito se os crentes estão em desobediência ao Senhor.

O resultado é miséria espiritual, que pode levar à ruína moral e material. Templo sem muro é igreja sem doutrina, sem proteção. Portas queimadas são sinônimo do liberalismo que domina muitas igrejas. Portas que permitem a entrada do mundanismo. Será não é isso o que está ocorrendo com grande parte das igrejas evangélicas em nosso país? Perderam sua identidade e os padrões norteadores da conduta cristã.

Orando em tempos de crise. “Assentei-me e chorei...” (Ne 1.4). Crise significa tanto ameaça quanto oportunidade. NeemiaS era um honrado oficial do rei da Pérsia. Ao tomar conhecimento da situação de seu povo em Jerusalém, sentiu-se tocado para fazer alguma coisa. Mas antes orou a Deus. Sua longa oração (Ne 1.5-10), com lágrimas lamento, jejum, adoração, súplica, confissão de pecados e intercessão, é um exemplo de como um homem de Deus deve posicionar-se em momentos de crise. Ele seguiu o que Deus declarou em 2 Crônicas 7.14. Hoje, no meio evangélico brasileiro, há muitos pregadores cantores, mas poucos gostam de orar. Para orar não se cobram cachês, não se disputam lugares. Muitos falam, mas poucos se quebrantam em oração.




A Intercessão de Neemias

Ele orou durante quatro meses (cf. 1.1 e 2.1) antes de ir à presença do rei. No seu livro podem-se contar onze orações registradas. A oração é a chave que move os céus. Neemias não entrou em desespero. Assentou-se para orar e chorou na presença de Deus. Orou abundantemente. Sua oração nos leva a refletir sobre como entrar na presença de Deus em tempos de crise por causa da falta de temor dos seus servos.

Ele Adorou a Deus. “E disse: Ah! Senhor, Deus dos céus, Deus grande e terrível, que guardas o concerto e a benignidade para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos!” (Ne 1.5). Ele não começou sua oração pedindo, mas a iniciou adorando a Deus.

Ele exaltou a Deus. “Ah! Senhor, Deus dos céus, Deus grande e terrível...”. Com essa expressão, Neemias mostra-nos como orar corretamente. Antes de pedir, de suplicar, o crente deve adorar e exaltar o nome do Senhor. Há pessoas que costumam orar de forma egoísta, suplicando bênçãos para si. Neemias começou adorando, considerando que seu Deus era o “Deus dos céus”, e que estava na presença do “Deus grande e terrível”. Não encontrou expressões que demonstrassem a grandeza de Deus. Certamente, ao chamar Deus de “terrível”, quis dizer que o Deus de Israel é o Deus dos grandes feitos, o Deus das maravilhas. Ele conhecia a história de seu povo e sabia como Deus agira no passado com grande poder libertando o povo do Egito, passando pelo grande deserto e o conduzindo com mão poderosa à Terra Prometida.

Ele reconheceu a fidelidade de Deus. “. . .que guardas o concerto e a benignidade para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamentos!” Antes de fazer qualquer pedido ao Senhor, Neemias exaltou a fidelidade de Deus no cumprimento de suas promessas que fizera quando dos concertos com seu povo, desde que esse permanecesse em obediência aos seus mandamentos. Aqui, devemos perceber que Deus não está obrigado a guardar seu concerto com aqueles que o desobedecem. Há ocasiões em que alguém ouve uma mensagem de Deus, de que vai abençoá-lo; os tempos passam, a pessoa desvia-se, e quer reivindicar o cumprimento da palavra que recebera; não é assim que Deus trabalha. Ele só tem compromisso perene com quem permanece fiel.

Ele intercedeu por seu povo. “Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, de dia e de noite, pelos filhos de Israel, teus servos....” (Ne 1.6 a). Antes de pedir a Deus o que desejava, em favor de seu povo, Neemias suplicou a Deus que ouvisse a oração que lhe fazia. Queria interceder por Israel. Hoje, existe necessidade enorme de intercessores. Existem muitos faladores e murmuradores em muitas igrejas, mas poucos intercessores. Com a chamada “teologia da prosperidade”, muitos aprendem a “decretar”, “determinar” e “exigir” as bênçãos de Deus!

Há pregadores que ensinam que não se deve orar dizendo: “Senhor, se for a sua vontade...”. Dizem os pregoeiros da “Confissão Posjtiva” que essa oração é devastadora da fé. Pura manipulação exegética. Neemias não determinou que a situação de Israel fosse modificada. Ele orou a Deus em atitude de humildade, de suplicante:


“Estejam os teus olhos abertos, para ouvires a oração de teu servo...”. “Jesus orou a Deus dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavja, não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22.42). Deus nos ouve não porque decretamos ou exigimos, mas se for a sua vontade: “E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1 Jo 5.14 — grifo nosso). Observemos “se pedirmos” (ver Mt 6.8; 21.22; Mc 11.24; Jo 14.13; 15.16).

Hoje, mais do que nunca, há necessidade de oração intercessória pelo nosso povo, pela nossa nação. O grau de corrupção moral e desregramento dos costumes e das práticas humanas é tão grande, que o que se fazia em Sodoma e Gomorra pareceria coisa de adolescentes perdidos. Todo o tecido social, desde os níveis mais simples, aos mais altos escalões do governo, está envolvido na corrupção. Além da corrupção, de conhecimento público, os governos, abertamente, posicionam-se contra os princípios sagrados emanados da Palavra de Deus.

O aborto é defendido pelo governo como “caso de saúde pública”, e não de ética ou moral. O homossexualismo tem total e expresso apoio do governo. Tudo em aberto desrespeito à Palavra de Deus. A nação está doente, enferma e moribunda em termos espirituais. Por isso, diz o Senhor: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2 Cr 7.14). Neemias orou, chorou e jejuou. Também precisamos orar, chorar e jejuar por nosso país antes que seja tarde.

Ele fez confissão de pecados. “...e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que pecamos contra ti; também eu e a casa de meu pai pecamos” (Ne 1 .6b). Esse certamente foi um dos pontos altos da oração de Neemias. Ele tinha consciência do pecado de seu povo, de sua desobediência e rebeldia perante Deus. E, na condição de um intercessor, confessou que se incluía entre os pecadores, incluindo a casa de seu próprio pai. A partir desse momento lançou as sementes da vitória. Neemias não orou como certos crentes, inclusive obreiros, que encobrem os pecados do povo, de sua família e os dele próprio. Confessou mais: “De todo nos corrompemos contra ti e não guardamos os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés, teu servo” (Ne 1.7).

O intercessor coloca-se no lugar daqueles por quem intercede. Neemias foi um intercessor exemplar. Sabia o valor da confissão verdadeira. Sabia que, diante de Deus, ninguém se esconde. Como Davi, entendia que Deus tudo sabe e tudo vê. “Se subir ao céu, tu aí estás; se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ali estás também; se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. Se disser: decerto que as trevas me encobrirão; então, a noite será luz à roda de mim. Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa” (Si 139.8-12).

Ele era homem humilde e sabia o valor da confissão sincera. Diz a Bíblia: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).


Ele se lembrava das advertências de Deus. “Lembra-te, pois, da palavra que ordenaste a Moisés, teu servo, dizendo: Vós transgredireis, e eu vos espalharei entre os povos” (Ne 1.8). O povo de Israel tinha consciência de que Deus advertira acerca das consequências nefastas da desobediência. Uma das mais terríveis seria a dispersão em meio aos povos estranhos.

Ele invocou a misericórdia de Deus. Reportando-se à Palavra de Deus, ele orou: “E vós vos convertereis a mim, e guardareis os meus mandamentos, e os fareis; então, ainda que os vossos rejeitados estejam no cabo do céu, de lá os ajuntarei e os trarei ao lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome” (Ne 1.9). Deus determinara que o castigo de Judá seria sofrer setenta anos sob o reinado de Nabucodonosor, conforme predissera o profeta Jeremias: “E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto, e estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos” (Jr 25.11,12; 29.10 e ss.).

Isso nos mostra que quando Deus tem um plano para um povo ou uma pessoa, as circunstâncias podem ser as mais adversas, mas Ele é fiel para cumpri-lo. Para castigar, Deus tem limites. Para abençoar, Ele é ilimitado. Sua benignidade é para sempre (SI 106.1).

Ele intercedeu com objetividade. “Estes ainda são teus servos e o teu povo que resgataste com a tua grande força e com a tua forte mão. Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os teus ouvidos à oração do teu servo e à oração dos teus servos que desejam temer o teu nome; e faze prosperar hoje o teu servo e dá-lhe graça perante este homem. Então, era eu copeiro do rei” (Ne 1.10,11). A intercessão de Neemias foi semelhante à de Moisés quando Deus queria destruir Israel por causa de suas murmurações (Êx 32,32).

A Igreja do Senhor Jesus precisa de intercessores a fim de que não aconteça o que ocorrera em tempos passados quando o Senhor buscava um intercessor e não encontrava. “E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (Ez 22.30; Is 59.16).

No livro de Neemias, vemos que Deus levanta homens simples, muitas vezes desconhecidos, para por intermédio deles executar seus propósitos. Neemias foi um grande líder espiritual um grande administrador e um exemplo como homem de Deus que soube unir o seu povo em momentos de grande crise.


Elaboração pelo:- Evangelista Isaias Silva de Jesus
Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério Belém Em Dourados – MS

BIBLIOGRAFIA

Livro de Neemias – Integridade e Coragem em Tempo de Crise – Elinaldo Renovato

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

É já a Hora de Despertamos do Sono


Texto: Rm 13:11-14 

É já a Hora de Despertamos do Sono

Paulo é bem claro quanto à necessidade de um despertamento.                                        
 O despertamento é necessário para que haja uma vigilância por parte daqueles que estão aguardando a volta de Cristo.
Nesta última hora há um sono, não um sono natural, mas, um sono maligno que tenta travar a vida espiritual e o sucesso daqueles que serve a Deus.
Há a necessidade de um despertamento URGENTE.                                             A pergunta que se faz é “porque precisamos de um despertamento?”.             Vou destacar cinco tópicos para responder essa pergunta.

1. Precisamos despertar para um maior conhecimento e obediência à palavra de Deus.
João 5.39

“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim.”

Neemias 8: 5-6

“Esdras abriu o livro à vista de todo o povo, porque estava acima dele; abrindo-o ele, todo o povo se pôs em pé.
Esdras bendisse ao SENHOR, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém! Amém! E, levantando as mãos; inclinaram-se e adoraram o SENHOR, com o rosto em terra.”
Precisamos de um despertamento que nos leve a ler a palavra.                                      
Ouvir a palavra, pregar a palavra, crer na palavra e obedecer à palavra.
Se preenchermos estes requisitos básicos para um despertamento.
Toda negligência será dissipada e estaremos despertados para a glória de Deus e para o nosso próprio bem.

1.Precisamos de um despertamento para a realidade dos acontecimentos a nossa volta e do mundo inteiro.

I Pedro 5.8

“Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.”
II Timóteo 3.1

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis.”

Mateus 24.12

“E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos.”
As pessoas precisam ser despertadas ou se despertarem, pois tudo esta caminhando para o cumprimento da palavra de Deus.
No que diz respeito à escatologia é a última hora da Igreja sobre a face da terra. Tudo caminha para o arrebatamento da Igreja, a grande tribulação e o juízo final etc.
3-Precisamos de um despertamento para cumprir nossa tarefa missionária. 

At. 1:8

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”

Marcos 16.15

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.”
A Igreja não tem outra tarefa a não ser adorar a Deus.
 Prestando assim culto a Ele, e evangelizar as pessoas tirando-as das garras do inimigo.
Missão está no coração de Deus.                                                                                         
 É preciso para executar esse trabalho utilizar-se de algumas armas poderosas que são:
Oração, vigilância, consagração e jejum.

4-Precisamos de um despertamento para tomar posse de todas as bênçãos oferecidas por Deus.

Rm 8:32

“Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”
Deus tem para nós em JESUS CRISTO, toda sorte de benção que precisamos.

5-Precisamos estar despertados para a realidade da eminente volta de Jesus Cristo.

Amós 4.12

“Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus.”

I Tessalonicenses 4: 16-17

“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro.
Depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.”

Conclusão:

É já a hora de despertamos do sono. 

D E S P E R T A - T E!
Amém!


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

IGREJA – AGENTE TRANSFORMADOR DA SOCIEDADE 


Introdução


A implantação do reino de Deus na terra por Jesus Cristo proporcionou ao homem a oportunidade de desfrutar riquezas indizíveis, ainda nesta vida.    
O reino Divino é organizado, e infalível. Tudo o que nele está, existe pelo propósito e vontade de Deus; para ser observado na prática com temor.
A união de todos os membros que integram o corpo de Cristo forma ou estão constituídos como uma agência, de um reino que não é de origem natural, mas da onisciência de Deus, propositadamente instituída para beneficio do ser humano, independente da sua origem, classe, etnia, sexo. Pois todas as pessoas que arrependidas dos seus pecados, passam a servir a Cristo, reconhecendo o como seu salvador, são pertencentes à grande agência que é a igreja. Se isto é assim, então todos os pertencentes à igreja viva de Cristo, são cada um, uma partícula do grande agente transformador da sociedade.


O exercício prático contínuo e aplicado do agente, à forma a ele requisitada pelo Senhor da agência, eleva a conquista da transformação em meio à sociedade.        Esta função de agência deve ser considerada funcional, quanto, há crença incondicional aos valores dos elementos divinos na vida do ser humano.
Temos por dever crer e entender, que a forma de processo divino; no estabelecimento das regras para a vida humana, são gradativas; e tais passos são dados unicamente por causa do homem, devido suas limitações; pois Deus pode, se estiver em seu querer, fazer tudo em um piscar de olhos. Mas Ele nos fez assim, e não ultrapassa os limites que estabeleceu para nós.


Quando o nosso Deus fez o ser humano, não o fez para ser sua peça de manobra, ou um boneco, mas para ter liberdade, e fazer aquilo que escolher, no entanto a vontade Divina, é que todas as pessoas o sirvam com alegria em seus corações. E este desejo deve ser ardente na igreja, utilizando se das formas divinas habitadas em si, para provocar na sociedade, o desejo de serem transformados e levados para o seio do reino de Deus.
Veja o seu caminhar, é como o revoar das pombas nos penhascos, é uma caminhar cuidadoso, está sempre em lugar seguro, é como a gazela que pisa suavemente, é como a rosa que se abre sem ser necessário mudar de qualquer pétala o aspecto, ela é a mais bela entre as denominadas serem noivas do grande Rei, é a única, incomparável. A sua doçura é mais doce do que o mel, ela é graciosa, provocante. Ela é atraente, deslumbrante, desperta a atenção até de quem não a vê, é sempre brilhante, é reluzente, é uma luz que não pode se esconder, é o espelho de Deus no universo, é a eleita de Deus. De fato ela é o agente transformador da sociedade.


Os elementos qualitativos da igreja como agente transformador não deve ser visto como uma mera coincidência, paralela aos aspectos naturais influenciadores da sinceridade, para o bem. Mas sim como um canal Divino, um espelho do reino de Deus, uma luz que brilha do interior, uma fonte que jorra águas que saciam a sede, uma ima que atrai. Assim como Jesus fazia, o papel funcional da igreja é provocar em todas as pessoas uma visão de si mesmas, da sua real situação em relação a Deus, levando os, ao convencimento de suas práticas pecaminosas, e ao arrependimento.


A igreja e a sociedade
Definição De Sociedade


Sociedade é um termo que define o agrupamento de todas as pessoas que partilham as mesmas ideais, objetivos, enfim tudo o que é pertinente ao bem estar delas.
Do ponto de vista teológico, e para o entendimento do assunto em pauta, damos a seguinte definição: O ser humano forma uma só sociedade, que partilham as mesmas situações. E condições em relação a Deus. Não importando suas características do todo do ser, e enquadrando os em um só limiar: Possuem as mesmas necessidades.
Embora todos os ajuntamentos de pessoas formem a diversidade da sociedade, a universalidade da existência leva os aos mais diversos rumos para suas vidas, que as consideram essenciais em sua forma de viver.


A primeira família (sociedade) foi declinante ao pecado, fazendo com que todas as pessoas estejam na mesma condição. Porém veio Jesus nascer em meio a uma família, uma pequena sociedade instituída, e viveu em meio à grande sociedade com todos os atos inerentes à condição de pecado. Veio e esteve entre os pecadores, a fim de transforma los pela pregação das boas novas de salvação.


A igreja é perfume que atrai a atenção (2Co 2.15,16). A igreja é o perfume de Cristo e o perfume tem o poder de atrair. O perfume é sempre notado. Jamais passa despercebido. Assim é a igreja. Ela é o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para aqueles que perecem, a igreja é cheiro de morte para a morte; para aqueles que são salvos, aroma de vida para a vida. A igreja nunca é neutra. A Palavra de Deus que sai da sua boca é uma espada de dois gumes, que anuncia salvação aos arrependidos e morte aos impenitentes. Ela tem voz profética no mundo. Ela denuncia o pecado desde o palácio até a choupana. Como embaixadora ou agente de Deus, chama os pecadores ao arrependimento com senso de urgência. Aqueles que ouvem o sonido da trombeta e buscam o refúgio da graça salvadora, celebrarão a festa da vida; e para esses, a igreja é aroma de vida para a vida. Mas, aqueles que se mantêm rebeldes ao Filho de Deus e escarnecem do evangelho da salvação, chorarão o drama irremediável da condenação eterna; e para esses, a igreja é cheiro de morte para a morte.” (Estudos ipb)


Mudanças


A raça humana desde o inicio de sua queda passou a ter mudanças continuas, pois perdeu a originalidade com o pecado.   Encontramos uma diversidade de pecados comum aos seres humanos. Novas decisões que levam a um comportamento que distancia de Deus; afugenta o ser de suas responsabilidades para com as sagradas. Sendo, portanto, necessário uma nova mudança, e esta para com Deus, com o propósito de ser em si estabelecida à graça Divina.


Jesus e a Sociedade


Todas as pessoas têm sua convivência, primeiramente entre seus familiares e depois com a sociedade externa. Jesus viveu aqui na terra as mesmas situações.
Estava Ele, convivendo entre todos os tipos de pessoas, com os mais diversos comportamentos, as mais diversas necessidades, com as diversidades de classes, pensamentos, filosofias, doutrinas e etc. Mesmo não sendo participante das negruras da sociedade, ele estava entre exercendo seu papel de salvador e fundador do grande agente transformador da sociedade, a sua igreja.     Jesus exerceu de forma a dar exemplo, não fazia acepção de pessoas.
Quando Jesus designou os discípulos ao dizer: “fazei discípulos de todas as nações” Ele estava referindo se, também, ao lugar, ao meio em que eles deveriam se fazer presentes para propagação do evangelho. Preservando a sua doutrina em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado da desobediência. voltasse a ter um relacionamento  com o seu criador
O mestre tinha um relacionamento abrangente, a sua visão era alcançar todas as pessoas, o seu método era de ajuntar um rebanho que possa ser chamado rebanho do Senhor.   É importante ressalvar que o relacionamento de Jesus com todos os diversos tipos de pessoas, não se prendia à condição pela qual a pessoa se encontrava associando se Às suas práticas. Mas para que ele olhava para a necessidade de salvação de cada individuo. Foi com esta visão que aquele que nunca teve pecados, habitou na forma com todas as qualidades de homem do pecado, afim de que assim pudesse condenar o pecado Jesus se relacionava com todas as qualidade de pessoas, isto para que Ele pudesse amorosamente provocar pela sua pregação a transformação na sociedade a que fazia parte como ser humano. Jesus foi exemplo para o seu agente transformador, a igreja, que quando, sem praticar o pecado, assentou se entre publicanos e pecadores. Jesus estava entre uma sociedade corrompida, e nem por isso deixou de relacionar se com ela.   Este exemplo nos mostra com clareza que Jesus buscava para o bem do pecador, o restabelecimento de sua comunhão com Deus.


As atitudes de Jesus, contra ditava na prática, o legalismo dos escribas e fariseus, a falsificação da religião verdadeira
Este agente Divino é praticante ao exemplo deixado pelo seu Senhor que veio estar entre as pessoas. Assim a igreja está no mundo; salvos entre perdidos, saudáveis entre enfermos, orientados entre os sem rumo certo, entre os que descem ao abismo eterno, saciados de pão divino entre e famintos de salvação.


A Igreja na Sociedade


A igreja é a única instituição divina que se apresenta de forma literal no mundo visível, portando se à maneira propositada pelo criador para que ela se apresente.  Justa, Bela, Pura E Imaculada, regenerada da culpa da separação Divina.
O papel exercido pela igreja deve ser a continuidade do papel social praticado por Cristo Jesus.
O Aspecto que deve prevalecer na visão cristã apostólica, á exemplo do Apóstolo Pedro, quando na sua pregação testemunho com ousadia a palavra viva nele habitada. O testemunho deste apóstolo visava não só mostrar aquilo que tinha em seu interior, mas, também partilhar no aspecto social, mostrando a necessidade nos outros existentes, isto é, levando-os ao arrependimento através da pregação e exortação dizendo: - Salvai-vos desta geração perversa!Esta função da igreja transmite aos integrantes da sociedade em um todo a visão social refletindo o aspecto espiritual individualizado em cada pessoa.


Embora a igreja convivendo em uma sociedade organizada e culturalmente formada jamais deverá se deixar ser influenciada pelas normas sociais quem tem padrão contraditório ao comportamento cristão, no entanto, a exemplo dos ensinos do mestre Jesus a igreja pode contribuir, como único agente transformador da sociedade, para com as realizações legais e humanitárias que trazem o bem comum á todos. Vale lembrar que os papéis da igreja na prática aos atos originados do cristianismo genuíno trazem mudanças relevantes mesmo àqueles que não vieram à conversão em Cristo, pois, o testemunho atuante de cada cristão serve de exemplo para a mudança das pessoas.


A igreja e a proteção social
Através da oração


O exercício devocional proposto pela fé cristã pelo princípio da oração mostra a necessidade contínua da interseção pelos órgãos governamentais e as suas lideranças. Orando por todos os homens, sem distinção alguma. Este papel fundamental mostrará a toda sociedade o desejo de bem que a igreja tem em sua prática para com todos. Este propósito ensinado nas Escrituras Sagradas traz ao cristão uma vida quieta e sossegada; como igreja do Senhor, e agente transformador da sociedade nós não podemos esquivar-nos deste papel responsável, que é a oração, pois a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Faz-nos lembrar das palavras de Jesus as expressões anteriores, quando deixou sair de sua boca no sermão da montanha: “- Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça!”. Por este ângulo de visão é perceptível no interior dos componentes do Corpo de Cristo (a igreja) a sede da justiça e logo a ação intercessora, que é um dos fatores dos atos de justiça praticados na proteção em relação à sociedade.


Por intermédio dos conselhos divinos


É da responsabilidade da igreja a propagação da Palavra de Deus a todos os elementos da sociedade; nesta verbalização da vontade divina para com o homem, jamais deve ser negado aos necessitados desta audição de qualquer um dos pontos ou pormenores existentes no texto sagrado, antes, devemos com toda a ousadia e confiança. sem duvidar proclamar a salvação e os pecados existentes e cometidos por todos os elementos, inclusive de autoridades e governantes.
Temos visto que no decorrer das décadas recentes, principalmente na nação brasileira, as autoridades constituídas têm tido certo e devido temor para com as coisas relacionadas ao povo de Deus; até mesmo quanto à suas decisões de âmbito políticos e governistas, contudo, mesmo que como igreja tenhamos este respeito e consideração, não podemos pelo reconhecimento nos considerarmos e nem nos deixarmos como comprados ou bajulados, ficando reféns de homens pecadores que são irrepreensíveis e indomáveis quanto á justiça de Deus apresentada aos homens.


Por meio dos valores cristãos


É inevitável a queda e a contínua degradação moral dos homens. Uma sociedade corrompida, desequilibrada, incerta das práticas de valores, porém em meio os milhões existem pecadores que ainda se preocupam com os princípios exemplificados num padrão moral agradável á Deus. Havemos de concordar que a igreja é a única detentora da plenitude dos requisitos divinos, quanto a forma prática para a vida do ser humano. Isto é, permanecer pautada nos ensinamentos doutrinários cristão.


Na atual condição e era que vivemos, mesmo estando nós no tempo da Graça, não veremos todos os seres humanos conversos á Deus; mas, poderemos ver um número cada vez maior, se não deixarmos descair de nós o reflexo da glória de Deus, pois, os valores cristãos devem estar em nós como espelho de Deus, a fim de que cada pessoa olhe para o “espelho Divino” e veja a necessidade de mudar a sua aparência em relação a imagem do Seu Criador.


A igreja e a assistência à sociedade

A evangelização


O pecado é o único elemento que está no homem e pode levá-lo ao distanciamento gradativo do Seu Criador. Isto faz com que as desgraçadas, miseráveis, conseqüências do pecado levem as pessoas a um sofrimento de alma e espírito longe de Deus (isto por que quando sofremos e estamos na Presença de Cristo, mesmo em meio aos sofrimentos, á um desfrutar da Paz eterna que reina em nossos corações), estas conseqüências pecaminosas são devastadoras do ser humano por um todo.
Então como agente transformador da sociedade, cabe aos justificados por Deus e herdeiros da salvação e co-herdeiros com Cristo, levar aos perdidos a salvação gratuitamente dada por Jesus a todos os que crêem pelo ouvir pela Palavra anunciada. É dever de cada cristão buscar a visão da necessidade dos homens sem se importar quem seja. Assim agia o Senhor por excelência, imitemo-lo com um coração amável.


A ação social


É necessário que entendamos o papel literal quanto ao serviço social da igreja no que concerne ao auxílio da dádiva do elemento concreto, palpável e visível. Pois assim praticava a igreja primitiva juntamente aos apóstolos através dos ensinamentos.


Restaurando a sociedade


Tendo o homem perdido a legitimidade divina em si, não há nele a fidelidade quanto a sua origem. Se isto assim o é, todos os enquadrados nesta frase terminológica necessitam de uma restauração em relação à divindade Eterna. Pecadores, iníquos, desobedientes, fraudulentos, prostitutos, adúlteros, feiticeiros, mentirosos, zombadores de Deus, desafeiçoados da natureza original proposta por Deus, dados aos vícios (seja qual for), roubadores, e todos os que amam e cometem qualquer prática contrária a todo principio divino exarado nas Escrituras.
Como já bem entendemos que a obra de Cristo é redentora, o exercício conjunto para restauração dos homens pertence á igreja. Sendo este seu papel restaurador da sociedade.


Conclusão


Cabe a cada cristão assumir o seu papel como igreja e denominado nesta lição agente transformador da sociedade, e passar a prática de sua sublime tarefa com fervor e amor pela sociedade.


Bibliografia

Lições Bíblicas – CPAD


Elaboração por: - Pr. Timóteo Gueiros

domingo, 14 de agosto de 2011

LIÇÕES BIBLICAS QUARTO TRIMESTRE DE 2011

TEMA
NEEMIAS, INTEGRIDADE E CORAGEM EM TEMPO DE CRISE

Comentarista = PR. ELINALDO RONOVATO DE LIMA

CONSULTOR Doutrinário E Teológico - Antonio gilberto

01 –  QUANDO A CRISE MOSTRA A TUA FACE

02 – LIDERANÇA EM TEMPO DE CRISE

03 – APREDENDO COM AS PORTAS DE JERUSALEM

04 – COMO ENFRENTAR A OPOSIÇÃO A OBRA DE DEUS

05 – A CONSPIRAÇÃO DOS INIMIGOS CONTRA NEEMIAS

06 – NEEMIAS LIDERA UM GENUINO AVIVAMENTO

07 – ARREPENDIMENTO A BASE PARA O CONSERTO

08 – A COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS

09 – A ORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO RELIGIOSO

10 – O EXERCICIO MINISTERIAL NA CASA DO SENHOR

11 – O DIA DE ADORAÇÃO E SERVIÇO A DEUS

12 – AS CONSEQUENCIA DO JULGO DESIGUAL

13 – A INTEGRIDADE DE UM LIDER


QUE POSSAMOS FAZER UM BOM APROVEITAMENTO DESSES ESTUDOS
A TODOS UMA BOA AULA.